Pular para o conteúdo
Calculadora do Bem

Seguro-desemprego para média de R$ 6.000 em 2026

Quem tinha média de R$ 6.000,00 nos três últimos salários recebe R$ 2.518,65 por parcela do seguro-desemprego em 2026, o que dá R$ 12.593,25 nas 5 parcelas. Essa média cai na faixa de valor fixo da tabela: a parcela é o teto do benefício, R$ 2.518,65, e não cresce mais com o salário.

Média de R$ 6.000 nos três últimos salários

R$ 2.518,65

por parcela — 5 parcelas somam R$ 12.593,25, pela faixa 3 da tabela de 2026. O benefício não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda.

Tabelas conferidas em 19 de agosto de 2026. Piso de R$ 1.621,00 e teto de R$ 2.518,65 em 2026; salário mínimo de R$ 1.621,00.

Refaça a conta com os seus salários

Os campos já vêm com a média de R$ 6.000 desta página. Troque pelos seus três últimos salários reais — o cálculo acontece no seu navegador e nada é enviado para lugar nenhum.

Cálculo para média de R$ 6.000

R$ 2.518,65

por parcela — 5 parcelas, R$ 12.593,25 no total, com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação.

Os campos para trocar salário, tempo de trabalho e número da solicitação aparecem assim que a página termina de carregar.

O endereço da página guarda o que você digitou — copie a URL para reabrir o mesmo cálculo depois ou mandar para alguém.

A conta completa da média de R$ 6.000

Média de R$ 6.000,00 na fórmula da faixa 3 — média salarial acima de R$ 3.703,99 dá R$ 2.518,65 por parcela. São quatro passos, e o terceiro — a ordem do piso e do teto — é onde mais se erra.

Três salários de R$ 6.000,00 formam a base do benefício: (R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00) ÷ 3 = R$ 6.000,00. É a média bruta que entra na tabela, antes de INSS e de Imposto de Renda — quem usa o valor líquido do holerite nesta conta subestima a própria parcela.

Com R$ 6.000,00 de média, o caso cai na faixa 3 — média salarial acima de R$ 3.703,99, cuja fórmula em 2026 é R$ 2.518,65 (valor fixo — teto do benefício). Substituindo os números: R$ 2.518,65 (teto fixo, independente da média).

Nesta faixa não há conta a fazer: o valor é fixo em R$ 2.518,65, que é o teto do benefício. Por isso a parcela de quem tinha média de R$ 6.000,00 não é "cortada" pelo teto depois do cálculo — ela já nasce nele, e o piso de R$ 1.621,00 nem chega a ser consultado.

Fechado o valor da parcela, a segunda conta é independente: quantas parcelas cabem. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 2.518,65, ou R$ 12.593,25 no total. Esse dinheiro chega inteiro: o seguro-desemprego não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda, então R$ 2.518,65 é o que efetivamente cai na conta a cada mês.

Memória de cálculo do seguro-desemprego para média de R$ 6.000 em 2026
Etapa do cálculoO que aconteceValor
Média dos três últimos salários(R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00) ÷ 3 = R$ 6.000,00R$ 6.000,00
Fórmula da faixa 3R$ 2.518,65 (valor fixo — teto do benefício)
Resultado da fórmulaR$ 2.518,65 (teto fixo, independente da média)R$ 2.518,65
Piso (salário mínimo)Não aplicado: a fórmula já ficou acima do mínimoR$ 1.621,00
Teto do benefícioA faixa desta média já é o valor fixo do tetoR$ 2.518,65
Valor de cada parcelaPago sem desconto de INSS nem de Imposto de RendaR$ 2.518,65
Cada linha é uma saída do motor de cálculo desta página, com as tabelas oficiais de 2026 — nenhum número foi digitado no texto.

Em que faixa da tabela R$ 6.000 cai

A média de R$ 6.000,00 cai na faixa 3 da tabela de 2026, cuja fórmula é R$ 2.518,65 (valor fixo — teto do benefício).

A tabela do seguro-desemprego de 2026 tem 3 faixas, e a média de R$ 6.000,00 cai na faixa 3: faixa 3 — média salarial acima de R$ 3.703,99. Faixa não é alíquota de imposto e não muda o número de parcelas — ela decide só a fórmula que transforma salário em benefício.

Esta é a última faixa da tabela e ela não tem limite superior — nem precisa ter, porque o valor não depende mais do salário. Cada R$ 100,00 a mais na média rendem R$ 0,00 a mais na parcela: nada. É a diferença mais dura entre o seguro-desemprego e o salário que ele substitui.

A parcela encosta no teto assim que a média chega a R$ 3.703,98. A média desta página está R$ 2.296,02 acima desse ponto, e esse excedente não vira benefício nenhum: são R$ 2.296,02 de salário por mês que o seguro-desemprego simplesmente não enxerga. Quanto maior o salário, maior o tombo na renda quando o emprego acaba.

Esta página está bem acima do ponto de virada, e a distância já pesa. Mais de um quarto da média não se converte em benefício nenhum, e a queda de renda no desemprego passa a ser sentida como um degrau, não como uma redução proporcional. Para quem está bem acima do ponto de virada, a reserva de emergência precisa cobrir a diferença inteira, e não a diferença média do mercado.

Quem está bem acima do ponto de virada precisa contar o benefício em meses de despesa, e não em fração de salário. O valor recebido é o mesmo de alguém que ganhava bem menos, então a comparação útil deixa de ser com o antigo contracheque e passa a ser com o custo fixo mensal da casa. É a leitura que separa quem está bem acima do ponto de virada de quem está apenas um pouco acima dele.

R$ 6.000 diante do piso e do teto do benefício

Com média de R$ 6.000,00 a parcela é o próprio teto do benefício, R$ 2.518,65, e para de crescer aí.

Toda parcela do seguro-desemprego em 2026 vive entre dois números: o piso de R$ 1.621,00, que é o salário mínimo, e o teto de R$ 2.518,65. A parcela desta média está exatamente sobre o teto, R$ 897,65 acima do piso — é o degrau mais alto que o benefício pode ter em 2026.

Nesta média o piso é irrelevante e o teto é tudo: o valor pago é o próprio teto, R$ 2.518,65. Vale reparar num detalhe que a memória de cálculo desta página mostra e quase nenhuma outra mostra: a parcela não foi "cortada" pelo limite depois de calculada. A terceira faixa da tabela já é escrita como valor fixo, então a fórmula e o teto são a mesma coisa.

A consequência prática é que o teto congela a renda de todo mundo no mesmo ponto. Quem tinha média de R$ 6.000,00 e quem tinha o dobro disso recebem os mesmos R$ 2.518,65 por parcela — e, quanto mais alto o salário, menor a fatia dele que o benefício repõe.

Piso e teto não dependem do tempo de casa, do número de dependentes nem da idade: são os mesmos R$ 1.621,00 e R$ 2.518,65 para qualquer trabalhador formal em 2026, e sobem junto com o salário mínimo e com o INPC no reajuste do ano seguinte. O que muda de pessoa para pessoa é só onde a média cai entre os dois — a de R$ 6.000,00 desta página rende R$ 2.518,65, 41,98% do próprio salário.

O total com 3, 4 e 5 parcelas de R$ 2.518,65

Com parcela de R$ 2.518,65, o benefício total é R$ 7.555,95 em 3 parcelas, R$ 10.074,60 em 4 e R$ 12.593,25 em 5.

O valor da parcela não muda com a quantidade: são duas contas separadas, e a média salarial não interfere em uma nem o tempo de casa na outra. Para a média de R$ 6.000,00, cada parcela vale R$ 2.518,65 em qualquer cenário, e o que muda é só quantas vezes ela é paga.

Cinco parcelas — R$ 12.593,25 no total — exigem 24 meses ou mais de trabalho na janela de 36 meses anteriores à dispensa. É o cenário de quem tinha pelo menos dois anos de carteira assinada na mesma empresa, e é o teto de duração do benefício: mais tempo de casa não gera uma sexta parcela.

Quatro parcelas — R$ 10.074,60 — cobrem quem trabalhou de 12 a 23 meses. É também o piso da primeira solicitação: quem pede o seguro pela primeira vez precisa de 12 meses trabalhados e, ao cumprir essa carência, já entra direto com 4 parcelas.

Três parcelas — R$ 7.555,95 — não existem na primeira solicitação. Elas aparecem a partir da segunda, quando a carência cai: 9 meses trabalhados na 2ª solicitação dão 3 parcelas. É a pegadinha da tabela do art. 4º, e a razão de esta calculadora perguntar quantas vezes você já pediu o benefício.

Uma leitura útil para planejar o orçamento: as 5 parcelas somam R$ 12.593,25, o equivalente a 2,1 meses da média de R$ 6.000,00. É esse o fôlego real que o benefício compra para quem ganhava esse salário — e ele encolhe conforme a renda sobe, porque o teto não acompanha.

Total do seguro-desemprego com 3, 4 e 5 parcelas para média de R$ 6.000
ParcelasQuando aconteceValor de cada umaTotal do benefício
3 parcelas9 meses trabalhados na 2ª solicitaçãoR$ 2.518,65R$ 7.555,95
4 parcelas12 meses trabalhados na 1ª solicitaçãoR$ 2.518,65R$ 10.074,60
5 parcelas24 meses trabalhados na 1ª solicitaçãoR$ 2.518,65R$ 12.593,25
Número de parcelas: art. 4º, § 2º da Lei nº 7.998/1990, na redação da Lei nº 13.134/2015. O valor de cada parcela é o mesmo nos três cenários.
Total do benefício para média de R$ 6.000, por número de parcelas
Total do benefício para média de R$ 6.000, por número de parcelasComparação do valor total do seguro-desemprego de quem tinha média de R$ 6.000,00: cada parcela vale R$ 2.518,65 e o total cresce só com a quantidade de parcelas a que a pessoa tem direito.R$ 7,6 mil3 parcelasR$ 10,1 mil4 parcelasR$ 12,6 mil5 parcelas
  • Total do benefício
Ver os dados em tabela
Total do benefício para média de R$ 6.000, por número de parcelas — valores por cenário
CenárioTotal do benefício
3 parcelasR$ 7.555,95
4 parcelasR$ 10.074,60
5 parcelasR$ 12.593,25

R$ 6.000 comparada com as médias vizinhas

A média de R$ 6.000 rende R$ 2.518,65 por parcela — o extremo superior desta família de páginas.

Comparada com a média de R$ 4.000, esta aqui é R$ 2.000,00 maior por mês e não rende um centavo a mais de benefício: as duas recebem R$ 2.518,65 por parcela e R$ 12.593,25 no total. Toda a diferença de salário se perde na travessia para o seguro-desemprego.

Esta é a maior média da família, e é também o ponto em que a comparação perde a graça: a partir do teto, qualquer média acima desta recebe a mesma parcela de R$ 2.518,65. Uma página para o dobro desta média, R$ 12.000,00, repetiria exatamente o mesmo número — por isso ela não existe.

A comparação lado a lado importa por um motivo prático: a média que vale é a dos três últimos salários, não o salário de hoje. Quem teve aumento, comissão alta ou horas extras nos três meses antes da dispensa pode estar num degrau acima do que imagina — e quem teve afastamento ou mês incompleto, num degrau abaixo. Para a média de R$ 6.000,00 desta página, o resultado conferido é R$ 2.518,65 por parcela; qualquer valor diferente disso significa que a média usada pelo Ministério do Trabalho não foi R$ 6.000,00.

Parcela e total do seguro-desemprego nas médias vizinhas a R$ 6.000
Média dos três últimos saláriosValor da parcelaTotal em 5 parcelas
Média de R$ 4.000R$ 2.518,65R$ 12.593,25
Média de R$ 6.000 (esta página)R$ 2.518,65R$ 12.593,25
Todas as linhas usam o mesmo cenário: 24 meses trabalhados, primeira solicitação, dispensa sem justa causa.

R$ 6.000 diante do mínimo, do INSS e do Imposto de Renda

A média de R$ 6.000,00 vale 3,7 salários mínimos, e o benefício repõe 50,64% do líquido de R$ 4.973,39 que caía na conta.

Uma média de R$ 6.000,00 equivale a 3,7 salários mínimos de 2026, e a parcela de R$ 2.518,65 equivale a 1,55. O benefício repõe 41,98% do salário bruto que essa pessoa recebia.

Sobre o teto do INSS: a média está R$ 2.475,55 abaixo do teto do salário de contribuição de 2026, que é R$ 8.475,55. Ou seja, na ativa a contribuição incidia sobre o salário inteiro — o que interessa aqui porque muita gente confunde o teto do INSS com o teto do seguro-desemprego, que é bem menor: R$ 2.518,65.

Sobre o Imposto de Renda: com R$ 6.000,00 por mês essa pessoa estava acima do limite de isenção de R$ 5.000,00 da Lei 15.270/2025 e pagava R$ 385,10 de IRRF por mês na ativa. O seguro-desemprego, ao contrário do salário, não é tributado: a parcela de R$ 2.518,65 chega inteira.

A comparação que de fato importa é com o líquido, não com o bruto: quem ganhava R$ 6.000,00 via cair R$ 4.973,39 na conta depois de INSS e Imposto de Renda. Diante desse valor, a parcela de R$ 2.518,65 repõe 50,64% da renda que a pessoa efetivamente tinha.

A diferença de R$ 2.454,74 por mês é o buraco que o orçamento precisa absorver a partir da primeira parcela. Somada às 5 parcelas, é uma perda de R$ 12.273,70 em relação a continuar empregado no mesmo período.

Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 6.000
Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 6.000Comparação mensal para quem tinha média de R$ 6.000,00: o salário bruto, o líquido que caía na conta depois de INSS e Imposto de Renda, e a parcela do seguro-desemprego de R$ 2.518,65, que é paga sem descontos.R$ 6 milMédia brutaR$ 5 milLíquido na ativaR$ 2,5 milParcela do seguro
  • Por mês
Ver os dados em tabela
Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 6.000 — valores por cenário
Referência mensalPor mês
Média brutaR$ 6.000,00
Líquido na ativaR$ 4.973,39
Parcela do seguroR$ 2.518,65

O que muda para quem tem dependentes

Nada muda no benefício: a parcela de R$ 2.518,65 é a mesma com ou sem dependentes. O que muda é o líquido na ativa, que sobe R$ 104,27 com 2 dependentes.

Não existe adicional por dependente no seguro-desemprego. Nem o valor da parcela nem a quantidade de parcelas mudam por causa de filho, cônjuge ou qualquer outro dependente: com média de R$ 6.000,00, a parcela é R$ 2.518,65 para quem não tem nenhum dependente e exatamente a mesma para quem tem cinco. A lei que rege o benefício olha só para a média salarial e para o tempo trabalhado.

O que muda com dependente é o outro lado da comparação — o salário na ativa. Nesta faixa de renda o dependente reduz o Imposto de Renda: com 2 dependentes, o IRRF de quem ganhava R$ 6.000,00 cai de R$ 385,10 para R$ 280,83 e o líquido sobe R$ 104,27, de R$ 4.973,39 para R$ 5.077,66.

A consequência é contraintuitiva e vale ter clara antes da demissão: como o benefício é fixo e o líquido do salário sobe com dependentes, a queda de renda é ainda maior para quem tem dependentes. A parcela repõe 50,64% do líquido de quem não tem nenhum e 49,6% do líquido de quem tem 2 — para a mesma média salarial.

O mesmo raciocínio vale para tempo de casa acima de 24 meses, idade, número de filhos e cargo: nada disso entra na fórmula. A única variável que altera o valor da parcela é a média dos três últimos salários — no caso desta página, R$ 6.000,00, que rende R$ 2.518,65 —, e é exatamente por isso que esta família de páginas é organizada por média salarial.

O cálculo de R$ 6.000 em cinco passos

A mesma sequência que a calculadora executa, escrita para você conferir à mão com o seu termo de rescisão na frente.

  1. Some os três salários de R$ 6.000,00 e divida por três. A base é a média dos três últimos salários anteriores à dispensa: (R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00 + R$ 6.000,00) ÷ 3 = R$ 6.000,00. Entra o valor bruto, antes de INSS e de Imposto de Renda.
  2. Localize R$ 6.000,00 na tabela de 2026. A média de R$ 6.000,00 cai na faixa 3 — média salarial acima de R$ 3.703,99, cuja fórmula é R$ 2.518,65 (valor fixo — teto do benefício).
  3. Aplique a fórmula da faixa. Com os números desta página: R$ 2.518,65 (teto fixo, independente da média).
  4. Compare com o piso de R$ 1.621,00 e o teto de R$ 2.518,65. A faixa desta média já é o teto do benefício, então a parcela é R$ 2.518,65 e não depende mais do salário.
  5. Multiplique pelo número de parcelas a que você tem direito. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 2.518,65, totalizando R$ 12.593,25.

Perguntas frequentes sobre o seguro-desemprego de quem ganhava R$ 6.000

As dúvidas específicas desta faixa de salário, respondidas com os valores calculados nesta página.

Quem ganha R$ 6.000 recebe quanto de seguro-desemprego em 2026?
R$ 2.518,65 por parcela. A média dos três últimos salários de R$ 6.000,00 cai na faixa 3 da tabela de 2026, e o cálculo é R$ 2.518,65 (teto fixo, independente da média).
Qual é o total do seguro-desemprego para quem ganhava R$ 6.000?
Depende de quantas parcelas você tem direito, e o valor de cada uma não muda: R$ 7.555,95 em 3 parcelas, R$ 10.074,60 em 4 parcelas e R$ 12.593,25 em 5 parcelas. Cinco parcelas exigem 24 meses ou mais de trabalho na janela de 36 meses anteriores à dispensa.
Em que faixa da tabela cai uma média de R$ 6.000?
Na faixa 3: Faixa 3 — média salarial acima de R$ 3.703,99. A fórmula dessa faixa em 2026 é R$ 2.518,65 (valor fixo — teto do benefício), e ela não tem limite superior porque o valor já é fixo.
Ganhar mais que R$ 6.000 aumenta o seguro-desemprego?
Não. A parcela já está no teto de R$ 2.518,65, atingido a partir de uma média de R$ 3.703,98. A média desta página está R$ 2.296,02 acima desse ponto, e esse excedente não gera nenhum centavo a mais de benefício.
A parcela de R$ 2.518,65 tem desconto de INSS ou de Imposto de Renda?
Não. O seguro-desemprego é benefício pago pelo FAT, não é salário, e chega na conta pelo valor cheio. Os R$ 2.518,65 desta página já são líquidos — diferente do salário de R$ 6.000,00, que na ativa virava R$ 4.973,39 depois dos descontos.
O seguro-desemprego de quem ganhava R$ 6.000 é maior ou menor que o salário líquido?
Menor: a parcela de R$ 2.518,65 repõe 50,64% do líquido de R$ 4.973,39 que caía na conta — uma queda de R$ 2.454,74 por mês no orçamento.
Ter dependentes aumenta o valor da parcela?
Não. O seguro-desemprego não tem adicional por dependente: com média de R$ 6.000,00 a parcela é R$ 2.518,65 em qualquer caso. Dependente muda só o Imposto de Renda do salário na ativa: com 2, o líquido subia R$ 104,27 por mês.
Trabalhei 9 meses ganhando R$ 6.000. Recebo o benefício?
Depende de ser ou não a primeira vez. Na primeira solicitação a carência é de 12 meses trabalhados, então 9 meses não bastam. A partir da 2ª solicitação a carência cai, e 9 meses trabalhados na 2ª solicitação dão 3 parcelas de R$ 2.518,65, ou R$ 7.555,95 no total.
Qual é a diferença para quem ganhava R$ 4.000?
Nenhuma, no benefício: as duas médias recebem R$ 2.518,65 por parcela, apesar da diferença de R$ 2.000,00 no salário mensal. É o efeito do teto da tabela.
Onde essa conta de R$ 6.000 pode dar errado no meu caso?
Nos três lugares de sempre: se os três últimos salários não foram iguais, a média muda e o valor da parcela junto; se a dispensa foi por pedido de demissão, justa causa ou acordo do art. 484-A, não há direito nenhum; e se os meses trabalhados não estiverem concentrados na janela exigida pela sua solicitação, o pedido é indeferido mesmo com a média certa. Use a calculadora acima com os seus três salários reais.

Seguro-desemprego para outras médias salariais

Cada média tem a sua própria página, com a faixa, a fórmula e o total das parcelas daquele valor. A seguro-desemprego completa fica na página principal.