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Calculadora do Bem

Quanto preciso tirar para passar?

Na prova final clássica, a média final é (média do período + final) ÷ 2, então a final precisa ser o dobro da média exigida menos a média do período. Com média 5,62 e exigência de 5 depois da final, você precisa de 4,38 — 4,4 numa prova corrigida em décimos. Se a final substitui a menor nota, ou se ainda falta uma prova do bimestre, a conta é outra, e a calculadora faz as quatro.

Regras conferidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Última revisão desta página: .

Calcule a nota que falta

Escolha como a nota que falta entra na média, digite as notas que você já tem e a média do seu regimento. A nota mínima, a média resultante e a conta aberta aparecem na hora — e, quando nem a nota máxima basta, a calculadora diz que é impossível e quanto faltou.

Nota mínima na prova final4,38

Na prática, com correção em décimos: 4,4.

Média do período5,62Média exigida5Média com essa nota5

O resultado muda na hora e o endereço da página guarda o que você digitou. Use vírgula nas notas: 6,5.

Está no regimento da escola ou no manual do aluno da faculdade.

Peso 1 para todas se a sua escola faz média simples.

Nota 1

Não existe média nacional: 5, 6 e 7 convivem. Use a do seu regimento.

A conta, passo a passo

  1. Média do período: (6 + 4,5 + 5 + 7) ÷ 4 = 22,5 ÷ 4 = 5,62 (truncada).
  2. Média final = média do período × 50% + final × 50%.
  3. Final ≥ (5 − (22,5 ÷ 4) × 50%) ÷ 50% = 4,38, arredondado para cima.
  4. Conferência: tirando 4,38, a média fica em 5 — que é pelo menos 5.

Como calcular quanto falta para passar

Primeiro você calcula a média do período; depois isola, na regra de aprovação da sua escola, a única nota que ainda não existe. Com 6; 4,5; 5 e 7, a média é 5,62, e a final que faz média precisa de 4,38 para chegar a 5.

A pergunta "quanto preciso tirar" é a média escolar feita de trás para frente. Em vez de somar as notas e dividir, você parte da média que precisa atingir e descobre qual nota, na prova que falta, fecha a conta. Parece simples, e é — desde que a regra de como aquela prova entra na média esteja certa. É aí que mora o erro, porque as escolas brasileiras usam regras diferentes para a mesma palavra "final".

  1. Calcule a média do período com as notas que você já tem. Some cada nota multiplicada pelo seu peso e divida pela soma dos pesos. Com quatro notas de peso igual — 6; 4,5; 5 e 7 — a média é 5,62. Se ela já alcança a média de aprovação do regimento, você passou e não há nota a calcular.
  2. Descubra como a nota que falta entra na média. É aqui que o resultado muda. A prova final pode fazer média com o período, substituir a menor nota ou refazer só a nota de um bimestre; e, se o período ainda não acabou, a próxima prova entra com peso próprio. A regra está no regimento da escola ou no manual do aluno da faculdade.
  3. Isole a nota que falta na fórmula. Na final que faz média, média final = média do período × 50% + final × 50%. Para chegar a 5 partindo de 5,62, a final precisa ser pelo menos 4,38.
  4. Arredonde para cima, nunca para o mais próximo. A nota necessária tem que GARANTIR a média. Por isso ela sobe para o centésimo seguinte e, para provas corrigidas em décimos, para o décimo seguinte: 4,38 vira 4,4 na prática.
  5. Confira se a nota cabe na escala. Se a nota necessária passar da nota máxima, não existe nota que salve a média — é matematicamente impossível. A calculadora diz isso e mostra quanto faltou, em vez de pedir uma nota que não existe.

A fórmula da prova final que faz média

Na regra clássica, a média final é uma média ponderada entre o período e a final: média final = média do período × 50% + final × 50%. Com pesos iguais, é o conhecido "(média + final) ÷ 2". Isolando a final: final = (média exigida − média do período × 50%) ÷ 50%. No caso padrão da calculadora, com 6; 4,5; 5 e 7, a média do período é 5,62. Ela não alcança os 7 que dispensariam a final, e a exigência depois da final é 5. A conta pede 4,38. Tirando essa nota, a média final fica em 5; um centésimo a menos a deixaria em 4,99, abaixo do exigido.

Repare que existem duas médias diferentes no mesmo regimento: a que aprova direto, sem final, e a que aprova depois da final. Confundir as duas infla o resultado. Usando a média de aprovação direta (7) no lugar da média depois da final, a conta do caso padrão pediria 8,38 em vez de 4,38 — e a pessoa estudaria para um alvo que não é o dela.

Quando a final tem peso diferente

Se o regimento der à final peso de 40% da média final, ela vale menos que o período. O peso muda a resposta mesmo com as mesmas notas: com 4 e 4 no período e exigência de 5, a final precisa ser 6,5 quando vale 40%, e 6 quando vale 50%. Quanto menor o peso da final, mais ela precisa ser alta para compensar um período fraco. Por isso o peso é campo do formulário, e não um número escondido na conta.

Tabela: quanto tirar na final para cada média do período

Não existe tabela oficial de nota para passar: a LDB deixa a média e a prova final para o regimento de cada escola. A tabela abaixo é gerada pela própria calculadora para três regras de final que faz média, e mostra onde a aprovação deixa de ser possível.

Nota mínima na prova final, por média do período e regra do regimento
Média do períodoExige 5, final 50%Exige 6, final 50%Exige 5, final 40%
0,59,5impossívelimpossível
19impossívelimpossível
1,58,5impossívelimpossível
28109,5
2,57,59,58,75
3798
3,56,58,57,25
4686,5
4,55,57,55,75
5575
5,54,56,54,25
6463,5
6,53,55,52,75
Cada célula é o resultado do mesmo motor da calculadora acima, com a nota arredondada para cima em centésimos. As médias de aprovação e os pesos das colunas são exemplos de regimento, não regra nacional.

A tabela deixa visível uma coisa que a fórmula esconde. Das 13 médias listadas, a coluna "exige 6, final 50%" tem três sem salvação — a nota necessária passa de 10 —, enquanto a coluna "exige 5, final 50%" não tem nenhuma. É por isso que dois alunos com o mesmo boletim, em escolas diferentes, recebem respostas opostas para a mesma pergunta.

A coluna "exige 5, final 40%" mostra o outro lado: quando o período pesa mais, quem foi mal nele precisa de mais na final, e o número de médias sem salvação passa a três. Se a sua escola usa uma regra que não está na tabela, use a calculadora — ela aceita qualquer média de aprovação e qualquer peso de final.

Exemplo prático: a última prova do bimestre, com pesos

Com 6 (peso 1), 5 (peso 1), 7 (peso 2) e uma última prova de peso 3, para média 6 você precisa de 5,67 — 5,7 numa prova corrigida em décimos.

Este é o caso de quem ainda está no meio do bimestre: já fez três avaliações — 6 (peso 1), 5 (peso 1), 7 (peso 2) —, e falta a prova grande do fim, que tem peso 3. A conta segue os passos abaixo.

  1. Some os pesos, incluindo a prova que falta. A soma passa a 7. É contra ela que a média é calculada.
  2. Multiplique a média exigida por essa soma. É o total de pontos ponderados que você precisa acumular no bimestre.
  3. Subtraia o que você já acumulou — cada nota vezes o próprio peso.
  4. Divida pelo peso da prova que falta e arredonde para cima. O resultado é 5,67.

A conferência fecha: tirando 5,67, a média do bimestre fica em 6. Com um centésimo a menos, ela cai para 5,99 — abaixo de 6. Na prática, como a prova é corrigida em décimos, o alvo é 5,7.

Dois erros mudariam o resultado deste exemplo. O primeiro é ignorar os pesos das notas que já existem e fazer média simples: a conta devolveria 6, e não 5,67. O segundo é tratar a última prova como se tivesse peso 1, e não 3: aí a conta pediria 5. Nos dois casos, a pessoa estudaria para um alvo que não é o dela.

E quando não dá mais

Com 1; 1 e 2 no período e exigência de 6 depois de uma final que faz média, a final precisaria ser 10,67. A escala vai até 10. A calculadora não devolve esse número como se fosse um alvo: ela responde matematicamente impossível com essas notas, mostra que a melhor média alcançável é 5,66 e que faltaram 0,34 de média. É uma informação útil: indica que a saída está no regimento — recuperação paralela, progressão parcial, trabalho extra —, e não em estudar para a final.

As mesmas notas, quatro respostas diferentes

Com 7; 2; 5 e 8 e média 6, a nota que falta vai de 4 a 8 conforme a regra. Nenhuma delas está errada: cada uma responde a um regimento diferente.

Nota necessária com 7; 2; 5 e 8, média exigida 6
Regra da escolaNota necessáriaA conta
Prova final que faz média com o período6,5Final ≥ (6 − 5,5 × 50%) ÷ 50% = 6,5, arredondado para cima.
Prova final que substitui a menor nota4Nova nota ≥ (6 × 4 − 20) ÷ 1 = 4, arredondado para cima.
Recuperação de uma nota específica7Nova nota ≥ (6 × 4 − 17) ÷ 1 = 7, arredondado para cima.
Última prova do período (ainda não feita)8Última prova ≥ (6 × 5 − 22) ÷ 1 = 8, arredondado para cima.
Na recuperação, a nota refeita é a 3 (5). Na final que faz média, a exigência depois da final é a mesma média de aprovação, para a comparação ser justa.

Final que faz média com o período. A média do período, 5,5, continua valendo 50% da média final, e a final vale 50%. A final precisa cobrir sozinha a distância até a exigida, e por isso pede 6,5.

Final que substitui a menor nota. O 2 sai da conta e a final entra no lugar dele, com o mesmo peso. A final não precisa compensar a nota baixa, porque ela deixa de existir na média: bastam 4.

Recuperação de uma nota específica. Aqui quem escolhe a nota refeita é a regra da escola — por exemplo, a do bimestre em que o aluno ficou abaixo da média. Refazendo a nota 3 (5), são precisos 7. Se a recuperação fosse da menor nota, o resultado seria o mesmo da linha anterior.

Última prova do período. Quando a prova ainda não aconteceu, ela não substitui ninguém: entra como mais uma nota, e a média passa a ter um peso a mais. A nota necessária chega a 8, porque a prova nova divide a média com todas as outras e nenhuma nota baixa sai da conta.

Por que a nota é arredondada para cima

Porque a nota tem que garantir a média. Com notas 6; 4 e 4, numa final que faz média com peso de 50% e exigência de 5 depois dela, a final exata é uma dízima; tirando 5,33, a média fica em 4,99, e a resposta certa é 5,34.

Arredondar "para o mais próximo" é o hábito de quem faz conta de cabeça, e é exatamente o que não pode acontecer aqui. Quando a nota exata tem mais casas do que a prova consegue registrar, a resposta útil é a menor nota registrável que ainda garante a média — e essa é sempre a de cima. A média de 6; 4 e 4 é 4,66 (truncada), e a conta devolve 5,34 em centésimos e 5,4 em décimos.

A média exibida faz o caminho oposto: ela é truncada, nunca arredondada para cima. Uma média a milésimos da exigida, arredondada na tela, apareceria igual à média de aprovação e daria a impressão de que o aluno passou. A comparação que decide "aprovado" ou "precisa de final" é feita com o valor exato, em frações, sem nenhum arredondamento no meio do caminho.

Casos de borda

São nove situações em que a resposta costuma surpreender: da nota necessária negativa à que passa da escala, do empate de menor nota à média que a escola arredonda.

A nota necessária é zero ou negativa

Acontece quando a média do período tem folga grande sobre a exigida depois da final — não quando está perto dela. Na final que faz média, a parte do período sozinha (média × peso do período) precisa já alcançar a exigência. Com média 6 no período, final de 50% e exigência de 3 depois da final, a conta dá 0. Na última prova, o mesmo vale quando as notas que já existem absorvem até um zero. A calculadora diz que qualquer nota garante a média; mesmo assim, faça a prova: há regimentos que tratam a ausência na final como reprovação, independentemente da conta.

A nota necessária passa da nota máxima

Com 1; 1 e 2 e média 6 depois da final, a final precisaria ser 10,67 — acima de 10. Tirando 10, a média chega a 5,66; faltaram 0,34. A resposta certa é "matematicamente impossível", e não um número fora da escala.

A nota necessária é exatamente a nota máxima

É possível, e a calculadora trata assim: tirar a nota máxima fecha a média no limite exato. Dá para passar, mas sem margem nenhuma — um décimo a menos em qualquer questão já reprova.

A média do período é exatamente a média de aprovação

Média igual à exigida é aprovação. A regra é "maior ou igual", não "maior". Com a média exata, você passa direto e não faz final nem recuperação.

Duas notas empatadas como a menor

No regime em que a final substitui a menor nota, se duas notas empatam e têm pesos diferentes, a calculadora substitui a de peso maior — é a que faz a final valer mais. Com pesos iguais o resultado é o mesmo, qualquer que seja a escolhida. Sem empate, "menor" é o valor da nota, não o peso: a final entra no lugar da nota mais baixa mesmo que outra, de peso maior, exigisse menos. Se o regimento deixa escolher, use o regime de recuperação de uma nota específica.

Notas com peso

Peso é multiplicador inteiro: uma prova de peso 2 conta como duas notas iguais. Se o seu professor fala em "40% e 60%", informe pesos 4 e 6 — a média sai a mesma. A última prova também tem peso próprio, e ignorá-lo muda a resposta.

A escola arredonda a média no boletim

Há regimentos que arredondam a média para o inteiro ou para meio ponto. Esta calculadora usa a média exata, sem esse arredondamento, porque ele varia de escola para escola. O erro vai sempre para o lado seguro: se a sua escola arredonda para cima, você pode precisar de um pouco menos, nunca de mais.

Nota mínima para ter direito à final

Há regimentos que exigem uma média mínima no período para o aluno poder fazer a final — abaixo dela, a reprovação é direta. Esse corte não entra na conta porque varia; se a sua média do período ficou baixa, confirme no regimento antes de estudar para a final.

Escala de 0 a 100

A conta é a mesma, só a nota máxima muda. Com notas 55 e 40, média 47,5 e exigência de 50 depois da final, a final precisa ser 52,5. Escolha a escala no formulário para que o limite do "impossível" seja o certo.

Perguntas frequentes sobre nota para passar

São vinte dúvidas, da fórmula da prova final à média que não é lei. As respostas abaixo são as mesmas declaradas no schema desta página.

Como calcular quanto preciso tirar na prova final?
Na regra clássica, a média final é (média do período + final) ÷ 2. Então a final precisa ser o dobro da média exigida menos a média do período. Com média 5,62 e exigência de 5, a final precisa ser 4,38 — 4,4 na prática.
Qual é a média para passar de ano?
Não existe média nacional. A LDB manda cada escola disciplinar avaliação e recuperação no próprio regimento, e cada regimento fixa a sua. A média do seu caso está no regimento escolar ou no manual do aluno — por isso ela é um campo da calculadora.
A média 6 é lei?
Não. A Lei 9.394/1996 não fixa nota mínima de aprovação; ela fixa a frequência mínima de 75% no ensino fundamental e no médio e deixa o resto para o regimento. "Média 6" é a regra de escolas, não do país.
Por que a calculadora arredonda a nota para cima?
Porque a nota tem que garantir a média. Com notas 6; 4 e 4, numa final que faz média com peso de 50% e exigência de 5 depois dela, a final exata é uma dízima; tirando 5,33, a média fica em 4,99 e reprova. A resposta certa é 5,34, ou 5,4 em décimos.
O que é "na prática" no resultado?
É a nota necessária arredondada para cima até o décimo, para quem faz prova corrigida em décimos. Se a conta pede 4,38, 4,4 é a menor nota em décimos que garante a média.
A prova final substitui a menor nota. Muda a conta?
Muda. Com notas 7; 2; 5 e 8 e média 6, a final que substitui o 2 precisa ser 4; na final que faz média com o período, com a mesma exigência, seriam 6,5. Escolha o regime certo no formulário.
Como funciona a recuperação de um bimestre só?
A nota da recuperação entra no lugar da nota daquele bimestre, com o mesmo peso, e a média é refeita. Com notas 7; 2; 5 e 8, recuperar a nota 3 (5) exige 7 para chegar a 6.
Quanto preciso tirar na última prova do bimestre?
Multiplique a média exigida pela soma de todos os pesos, contando a prova que falta, subtraia o que você já somou e divida pelo peso da prova. Com 6 (peso 1), 5 (peso 1), 7 (peso 2) e uma prova de peso 3, para média 6 você precisa de 5,67.
E se a prova final tiver peso diferente de 50%?
Informe o peso no formulário. Com notas 4 e 4 e final valendo 40% da média final, a final precisa ser 6,5; se valesse metade, seriam 6. O peso da final muda o resultado mesmo com as mesmas notas.
A calculadora disse que é impossível. Está certo?
Se as notas e a regra estão certas, sim: nem a nota máxima leva a média até a exigida. Com 1; 1 e 2, a final precisaria ser 10,67, e com 10 a média para em 5,66. Converse com a coordenação sobre recuperação paralela, progressão parcial ou trabalhos que o regimento preveja.
Minha média é igual à média de aprovação. Passei?
Sim. A aprovação é média maior ou igual à exigida. Com média exatamente igual, você passa sem prova final nem recuperação.
Preciso fazer a final se qualquer nota me aprova?
Faça. A conta pode dizer que até zero garante a média, mas há regimentos que tratam a ausência na prova final como reprovação ou exigem nota mínima nela. A calculadora mostra a matemática; o regimento decide a consequência de faltar.
Minha escola arredonda a média. A calculadora considera isso?
Não, e de propósito: cada escola arredonda de um jeito (para o décimo, para meio ponto, para o inteiro). A conta usa a média exata, o lado seguro — se a sua escola arredonda para cima, você pode precisar de um pouco menos, nunca de mais.
Por que a média aparece "truncada"?
Para não mostrar aprovação que não existe. Uma média a milésimos da exigida, arredondada para cima na tela, apareceria igual à média de aprovação e diria que você passou. Por isso a média exibida corta as casas a mais, e a comparação com a exigida é feita com o valor exato.
Funciona para faculdade?
Funciona. Na faculdade, a média, o exame final e os pesos estão no regimento da instituição — nas universidades, a LDB assegura no art. 53 a autonomia para elaborá-lo. Informe a escala, a média do seu curso e o regime do exame; a conta é a mesma.
E se as notas vão de 0 a 100?
Escolha a escala de 0 a 100. A fórmula não muda; muda a nota máxima, que decide quando o resultado é impossível. Com notas 55 e 40 e exigência de 50 depois da final, a final precisa ser 52,5.
Posso usar pesos como 0,4 e 0,6?
Use a proporção em números inteiros: 4 e 6, ou 2 e 3. A média ponderada só depende da proporção entre os pesos, então o resultado é idêntico e o formulário evita erro de vírgula.
Tirar a média garante a aprovação?
Garante a parte da nota. No ensino fundamental e no médio também é preciso ter pelo menos 75% de frequência (LDB, art. 24, VI); na faculdade, o limite de faltas está no regimento. Dá para ter média e reprovar por falta.
A nota da recuperação pode baixar a minha média?
A calculadora parte da regra de que a nota da recuperação só substitui a original se for maior — e aí ela não baixa a média. Se o seu regimento manda usar a nota da recuperação mesmo quando é menor, confirme antes com a escola.
O resultado vale como documento oficial?
Não. É uma conta com as regras que você informou. A média oficial é a do boletim, calculada pela escola com o regimento dela — use o resultado para se planejar e, na dúvida, confirme com a secretaria ou a coordenação.

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A nota que falta depende de como a escola faz a média, e a aprovação depende também da frequência. Estas três calculadoras fazem as outras contas da vida escolar, até a nota do ENEM.