Seguro-desemprego para média de R$ 3.000 em 2026
Quem tinha média de R$ 3.000,00 nos três últimos salários recebe R$ 2.166,66 por parcela do seguro-desemprego em 2026, o que dá R$ 10.833,30 nas 5 parcelas. O valor sai inteiro da fórmula da faixa 2, sem esbarrar no piso de R$ 1.621,00 nem no teto de R$ 2.518,65.
Média de R$ 3.000 nos três últimos salários
R$ 2.166,66
por parcela — 5 parcelas somam R$ 10.833,30, pela faixa 2 da tabela de 2026. O benefício não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda.
Tabelas conferidas em 19 de agosto de 2026. Piso de R$ 1.621,00 e teto de R$ 2.518,65 em 2026; salário mínimo de R$ 1.621,00.
Refaça a conta com os seus salários
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Cálculo para média de R$ 3.000
R$ 2.166,66
por parcela — 5 parcelas, R$ 10.833,30 no total, com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação.
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A conta completa da média de R$ 3.000
Média de R$ 3.000,00 na fórmula da faixa 2 — média salarial de R$ 2.222,18 a R$ 3.703,99 dá R$ 2.166,66 por parcela. São quatro passos, e o terceiro — a ordem do piso e do teto — é onde mais se erra.
Três salários de R$ 3.000,00 formam a base do benefício: (R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00) ÷ 3 = R$ 3.000,00. É a média bruta que entra na tabela, antes de INSS e de Imposto de Renda — quem usa o valor líquido do holerite nesta conta subestima a própria parcela.
Com R$ 3.000,00 de média, o caso cai na faixa 2 — média salarial de R$ 2.222,18 a R$ 3.703,99, cuja fórmula em 2026 é (média − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74. Substituindo os números: (R$ 3.000,00 − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74 = R$ 2.166,66.
O resultado da fórmula, R$ 2.166,66, fica entre o piso de R$ 1.621,00 e o teto de R$ 2.518,65, então nenhum dos dois limites mexe no número. A parcela de quem tinha média de R$ 3.000,00 é exatamente o que a fórmula entregou: R$ 2.166,66.
Fechado o valor da parcela, a segunda conta é independente: quantas parcelas cabem. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 2.166,66, ou R$ 10.833,30 no total. Esse dinheiro chega inteiro: o seguro-desemprego não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda, então R$ 2.166,66 é o que efetivamente cai na conta a cada mês.
| Etapa do cálculo | O que acontece | Valor |
|---|---|---|
| Média dos três últimos salários | (R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00) ÷ 3 = R$ 3.000,00 | R$ 3.000,00 |
| Fórmula da faixa 2 | (média − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74 | — |
| Resultado da fórmula | (R$ 3.000,00 − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74 = R$ 2.166,66 | R$ 2.166,66 |
| Piso (salário mínimo) | Não aplicado: a fórmula já ficou acima do mínimo | R$ 1.621,00 |
| Teto do benefício | Não aplicado: a fórmula ficou abaixo do teto | R$ 2.518,65 |
| Valor de cada parcela | Pago sem desconto de INSS nem de Imposto de Renda | R$ 2.166,66 |
Em que faixa da tabela R$ 3.000 cai
A média de R$ 3.000,00 cai na faixa 2 da tabela de 2026, cuja fórmula é (média − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74.
A tabela do seguro-desemprego de 2026 tem 3 faixas, e a média de R$ 3.000,00 cai na faixa 2: faixa 2 — média salarial de R$ 2.222,18 a R$ 3.703,99. Faixa não é alíquota de imposto e não muda o número de parcelas — ela decide só a fórmula que transforma salário em benefício.
Dentro dela ainda sobram R$ 703,99 de média até o limite de R$ 3.703,99, onde a faixa termina. Enquanto a média estiver nessa faixa, cada R$ 100,00 a mais no salário rendem R$ 50,00 a mais na parcela.
Para a parcela chegar ao teto de R$ 2.518,65, a média precisaria alcançar R$ 3.703,98 — R$ 703,98 acima da média desta página. Acima desse ponto o valor congela, e todo salário adicional deixa de repercutir no benefício.
A faixa de médias entre R$ 2.026,25 e R$ 3.703,98 é a única em que o salário realmente move o benefício: abaixo dela manda o piso, acima dela manda o teto. A média de R$ 3.000,00 está a 58,04% do caminho dessa zona, com R$ 973,75 acima do ponto em que o piso solta e R$ 703,98 abaixo do ponto em que o teto trava. No meio da zona o benefício já perdeu parte do fôlego, porque cada R$ 100,00 de salário a mais rendem só R$ 50,00 de parcela e o teto começa a aparecer no horizonte. É no meio da zona que a diferença entre o salário perdido e o benefício recebido deixa de ser proporcional, e é por isso que a reposição de renda cai mais rápido aqui do que em qualquer outro ponto da tabela.
O meio da zona é o trecho de transição da tabela, e ele engana quem raciocina por regra de três. Dobrar o salário não dobra o benefício em ponto nenhum, mas é aqui que a diferença entre as duas coisas começa a ser grande o bastante para mudar decisão de orçamento. Quem está no meio da zona ainda ganha alguma coisa com um aumento antes da dispensa, só que já bem menos do que ganharia se estivesse no começo dela.
R$ 3.000 diante do piso e do teto do benefício
Com média de R$ 3.000,00 a parcela fica R$ 545,66 acima do piso e R$ 351,99 abaixo do teto — nenhum limite é acionado.
Toda parcela do seguro-desemprego em 2026 vive entre dois números: o piso de R$ 1.621,00, que é o salário mínimo, e o teto de R$ 2.518,65. A parcela desta média está R$ 545,66 acima do piso e R$ 351,99 abaixo do teto.
Nesta média nenhum dos dois limites atua, o que é a situação mais confortável de todas para conferir o cálculo: o número que a fórmula entrega é o número que o Ministério do Trabalho paga. Se a sua parcela vier diferente de R$ 2.166,66, a divergência está na média informada pela empresa, não na tabela.
Vale entender a ordem mesmo assim, porque ela é a origem do erro mais comum do gênero: o piso e o teto são aplicados ao RESULTADO da fórmula, jamais à média antes dela. Numa média baixa, inverter essa ordem chega a custar centenas de reais por parcela; nesta aqui, felizmente, não muda nada.
Piso e teto não dependem do tempo de casa, do número de dependentes nem da idade: são os mesmos R$ 1.621,00 e R$ 2.518,65 para qualquer trabalhador formal em 2026, e sobem junto com o salário mínimo e com o INPC no reajuste do ano seguinte. O que muda de pessoa para pessoa é só onde a média cai entre os dois — a de R$ 3.000,00 desta página rende R$ 2.166,66, 72,22% do próprio salário.
O total com 3, 4 e 5 parcelas de R$ 2.166,66
Com parcela de R$ 2.166,66, o benefício total é R$ 6.499,98 em 3 parcelas, R$ 8.666,64 em 4 e R$ 10.833,30 em 5.
O valor da parcela não muda com a quantidade: são duas contas separadas, e a média salarial não interfere em uma nem o tempo de casa na outra. Para a média de R$ 3.000,00, cada parcela vale R$ 2.166,66 em qualquer cenário, e o que muda é só quantas vezes ela é paga.
Cinco parcelas — R$ 10.833,30 no total — exigem 24 meses ou mais de trabalho na janela de 36 meses anteriores à dispensa. É o cenário de quem tinha pelo menos dois anos de carteira assinada na mesma empresa, e é o teto de duração do benefício: mais tempo de casa não gera uma sexta parcela.
Quatro parcelas — R$ 8.666,64 — cobrem quem trabalhou de 12 a 23 meses. É também o piso da primeira solicitação: quem pede o seguro pela primeira vez precisa de 12 meses trabalhados e, ao cumprir essa carência, já entra direto com 4 parcelas.
Três parcelas — R$ 6.499,98 — não existem na primeira solicitação. Elas aparecem a partir da segunda, quando a carência cai: 9 meses trabalhados na 2ª solicitação dão 3 parcelas. É a pegadinha da tabela do art. 4º, e a razão de esta calculadora perguntar quantas vezes você já pediu o benefício.
Uma leitura útil para planejar o orçamento: as 5 parcelas somam R$ 10.833,30, o equivalente a 3,6 meses da média de R$ 3.000,00. É esse o fôlego real que o benefício compra para quem ganhava esse salário — e ele encolhe conforme a renda sobe, porque o teto não acompanha.
| Parcelas | Quando acontece | Valor de cada uma | Total do benefício |
|---|---|---|---|
| 3 parcelas | 9 meses trabalhados na 2ª solicitação | R$ 2.166,66 | R$ 6.499,98 |
| 4 parcelas | 12 meses trabalhados na 1ª solicitação | R$ 2.166,66 | R$ 8.666,64 |
| 5 parcelas | 24 meses trabalhados na 1ª solicitação | R$ 2.166,66 | R$ 10.833,30 |
- Total do benefício
Ver os dados em tabela
| Cenário | Total do benefício |
|---|---|
| 3 parcelas | R$ 6.499,98 |
| 4 parcelas | R$ 8.666,64 |
| 5 parcelas | R$ 10.833,30 |
R$ 3.000 comparada com as médias vizinhas
Entre a média de R$ 2.500 (R$ 1.916,66 por parcela) e a de R$ 3.500 (R$ 2.416,66), a média de R$ 3.000 rende R$ 2.166,66.
Comparada com a média de R$ 2.500, esta é R$ 500,00 maior por mês e rende R$ 250,00 a mais por parcela — de R$ 1.916,66 para R$ 2.166,66. No total de cinco parcelas, a diferença vai de R$ 9.583,30 para R$ 10.833,30.
Subindo um degrau, a média de R$ 3.500 é R$ 500,00 maior e leva a parcela para R$ 2.416,66 — R$ 250,00 a mais, ou R$ 12.083,30 no total das cinco.
A comparação lado a lado importa por um motivo prático: a média que vale é a dos três últimos salários, não o salário de hoje. Quem teve aumento, comissão alta ou horas extras nos três meses antes da dispensa pode estar num degrau acima do que imagina — e quem teve afastamento ou mês incompleto, num degrau abaixo. Para a média de R$ 3.000,00 desta página, o resultado conferido é R$ 2.166,66 por parcela; qualquer valor diferente disso significa que a média usada pelo Ministério do Trabalho não foi R$ 3.000,00.
| Média dos três últimos salários | Valor da parcela | Total em 5 parcelas |
|---|---|---|
| Média de R$ 2.500 | R$ 1.916,66 | R$ 9.583,30 |
| Média de R$ 3.000 (esta página) | R$ 2.166,66 | R$ 10.833,30 |
| Média de R$ 3.500 | R$ 2.416,66 | R$ 12.083,30 |
R$ 3.000 diante do mínimo, do INSS e do Imposto de Renda
A média de R$ 3.000,00 vale 1,85 salários mínimos, e o benefício repõe 78,75% do líquido de R$ 2.751,40 que caía na conta.
Uma média de R$ 3.000,00 equivale a 1,85 salários mínimos de 2026, e a parcela de R$ 2.166,66 equivale a 1,34. O benefício repõe 72,22% do salário bruto que essa pessoa recebia.
Sobre o teto do INSS: a média está R$ 5.475,55 abaixo do teto do salário de contribuição de 2026, que é R$ 8.475,55. Ou seja, na ativa a contribuição incidia sobre o salário inteiro — o que interessa aqui porque muita gente confunde o teto do INSS com o teto do seguro-desemprego, que é bem menor: R$ 2.518,65.
Sobre o Imposto de Renda: com R$ 3.000,00 por mês essa pessoa estava dentro da isenção de R$ 5.000,00 criada pela Lei 15.270/2025 e não pagava IRRF na ativa. O benefício também não é tributado, então a comparação entre um e outro é direta, sem imposto no meio do caminho.
A comparação que de fato importa é com o líquido, não com o bruto: quem ganhava R$ 3.000,00 via cair R$ 2.751,40 na conta depois de INSS e Imposto de Renda. Diante desse valor, a parcela de R$ 2.166,66 repõe 78,75% da renda que a pessoa efetivamente tinha.
A diferença de R$ 584,74 por mês é o buraco que o orçamento precisa absorver a partir da primeira parcela. Somada às 5 parcelas, é uma perda de R$ 2.923,70 em relação a continuar empregado no mesmo período.
- Por mês
Ver os dados em tabela
| Referência mensal | Por mês |
|---|---|
| Média bruta | R$ 3.000,00 |
| Líquido na ativa | R$ 2.751,40 |
| Parcela do seguro | R$ 2.166,66 |
O que muda para quem tem dependentes
Nada muda no benefício: a parcela de R$ 2.166,66 é a mesma com ou sem dependentes. Nesta faixa de renda nem o líquido do salário muda, porque o Imposto de Renda já era zero.
Não existe adicional por dependente no seguro-desemprego. Nem o valor da parcela nem a quantidade de parcelas mudam por causa de filho, cônjuge ou qualquer outro dependente: com média de R$ 3.000,00, a parcela é R$ 2.166,66 para quem não tem nenhum dependente e exatamente a mesma para quem tem cinco. A lei que rege o benefício olha só para a média salarial e para o tempo trabalhado.
E, nesta faixa de renda, o dependente também não muda o outro lado da conta: quem ganhava R$ 3.000,00 recebia R$ 2.751,40 líquidos com ou sem dependentes. O motivo é que o Imposto de Renda desse salário já é zero — o desconto simplificado e o limite de isenção da Lei 15.270/2025 resolvem antes, e a dedução por dependente não tem imposto de onde ser abatida.
Vale dizer com todas as letras porque é uma dúvida frequente de quem acabou de ser demitido com família para sustentar: informar dependentes no requerimento do seguro-desemprego não aumenta o valor. O que existe para a família são outros programas, com regras próprias, e nenhum deles entra nesta conta.
O mesmo raciocínio vale para tempo de casa acima de 24 meses, idade, número de filhos e cargo: nada disso entra na fórmula. A única variável que altera o valor da parcela é a média dos três últimos salários — no caso desta página, R$ 3.000,00, que rende R$ 2.166,66 —, e é exatamente por isso que esta família de páginas é organizada por média salarial.
O cálculo de R$ 3.000 em cinco passos
A mesma sequência que a calculadora executa, escrita para você conferir à mão com o seu termo de rescisão na frente.
- Some os três salários de R$ 3.000,00 e divida por três. A base é a média dos três últimos salários anteriores à dispensa: (R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00 + R$ 3.000,00) ÷ 3 = R$ 3.000,00. Entra o valor bruto, antes de INSS e de Imposto de Renda.
- Localize R$ 3.000,00 na tabela de 2026. A média de R$ 3.000,00 cai na faixa 2 — média salarial de R$ 2.222,18 a R$ 3.703,99, cuja fórmula é (média − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74.
- Aplique a fórmula da faixa. Com os números desta página: (R$ 3.000,00 − R$ 2.222,17) × 0,5 + R$ 1.777,74 = R$ 2.166,66.
- Compare com o piso de R$ 1.621,00 e o teto de R$ 2.518,65. O resultado ficou entre os dois limites, então a parcela é o próprio resultado da fórmula: R$ 2.166,66.
- Multiplique pelo número de parcelas a que você tem direito. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 2.166,66, totalizando R$ 10.833,30.
Perguntas frequentes sobre o seguro-desemprego de quem ganhava R$ 3.000
As dúvidas específicas desta faixa de salário, respondidas com os valores calculados nesta página.
Quem ganha R$ 3.000 recebe quanto de seguro-desemprego em 2026?
Qual é o total do seguro-desemprego para quem ganhava R$ 3.000?
Em que faixa da tabela cai uma média de R$ 3.000?
Quanto falta para quem ganha R$ 3.000 receber o teto do seguro-desemprego?
A parcela de R$ 2.166,66 tem desconto de INSS ou de Imposto de Renda?
O seguro-desemprego de quem ganhava R$ 3.000 é maior ou menor que o salário líquido?
Ter dependentes aumenta o valor da parcela?
Trabalhei 9 meses ganhando R$ 3.000. Recebo o benefício?
Qual é a diferença para quem ganhava R$ 2.500?
Onde essa conta de R$ 3.000 pode dar errado no meu caso?
Seguro-desemprego para outras médias salariais
Cada média tem a sua própria página, com a faixa, a fórmula e o total das parcelas daquele valor. A seguro-desemprego completa fica na página principal.