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Calculadora do Bem

Seguro-desemprego para média de R$ 2.000 em 2026

Quem tinha média de R$ 2.000,00 nos três últimos salários recebe R$ 1.621,00 por parcela do seguro-desemprego em 2026, o que dá R$ 8.105,00 nas 5 parcelas. A fórmula da tabela daria R$ 1.600,00, mas nenhuma parcela pode ficar abaixo do salário mínimo, então o piso de R$ 1.621,00 é o que vale.

Média de R$ 2.000 nos três últimos salários

R$ 1.621,00

por parcela — 5 parcelas somam R$ 8.105,00, pela faixa 1 da tabela de 2026. O benefício não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda.

Tabelas conferidas em 19 de agosto de 2026. Piso de R$ 1.621,00 e teto de R$ 2.518,65 em 2026; salário mínimo de R$ 1.621,00.

Refaça a conta com os seus salários

Os campos já vêm com a média de R$ 2.000 desta página. Troque pelos seus três últimos salários reais — o cálculo acontece no seu navegador e nada é enviado para lugar nenhum.

Cálculo para média de R$ 2.000

R$ 1.621,00

por parcela — 5 parcelas, R$ 8.105,00 no total, com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação.

Os campos para trocar salário, tempo de trabalho e número da solicitação aparecem assim que a página termina de carregar.

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A conta completa da média de R$ 2.000

Média de R$ 2.000,00 na fórmula da faixa 1 — média salarial até R$ 2.222,17 dá R$ 1.621,00 por parcela. São quatro passos, e o terceiro — a ordem do piso e do teto — é onde mais se erra.

Três salários de R$ 2.000,00 formam a base do benefício: (R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00) ÷ 3 = R$ 2.000,00. É a média bruta que entra na tabela, antes de INSS e de Imposto de Renda — quem usa o valor líquido do holerite nesta conta subestima a própria parcela.

Com R$ 2.000,00 de média, o caso cai na faixa 1 — média salarial até R$ 2.222,17, cuja fórmula em 2026 é média × 0,8. Substituindo os números: R$ 2.000,00 × 0,8 = R$ 1.600,00.

O resultado da fórmula, R$ 1.600,00, fica abaixo do salário mínimo de R$ 1.621,00, e a lei proíbe parcela menor que o mínimo. O piso entra depois da conta e acrescenta R$ 21,00: a parcela de quem tinha média de R$ 2.000,00 fecha em R$ 1.621,00.

Fechado o valor da parcela, a segunda conta é independente: quantas parcelas cabem. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 1.621,00, ou R$ 8.105,00 no total. Esse dinheiro chega inteiro: o seguro-desemprego não sofre desconto de INSS nem de Imposto de Renda, então R$ 1.621,00 é o que efetivamente cai na conta a cada mês.

Memória de cálculo do seguro-desemprego para média de R$ 2.000 em 2026
Etapa do cálculoO que aconteceValor
Média dos três últimos salários(R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00) ÷ 3 = R$ 2.000,00R$ 2.000,00
Fórmula da faixa 1média × 0,8
Resultado da fórmulaR$ 2.000,00 × 0,8 = R$ 1.600,00R$ 1.600,00
Piso (salário mínimo)Aplicado: a fórmula ficou abaixo do mínimo e a parcela sobe R$ 21,00R$ 1.621,00
Teto do benefícioNão aplicado: a fórmula ficou abaixo do tetoR$ 2.518,65
Valor de cada parcelaPago sem desconto de INSS nem de Imposto de RendaR$ 1.621,00
Cada linha é uma saída do motor de cálculo desta página, com as tabelas oficiais de 2026 — nenhum número foi digitado no texto.

Em que faixa da tabela R$ 2.000 cai

A média de R$ 2.000,00 cai na faixa 1 da tabela de 2026, cuja fórmula é média × 0,8.

A tabela do seguro-desemprego de 2026 tem 3 faixas, e a média de R$ 2.000,00 cai na faixa 1: faixa 1 — média salarial até R$ 2.222,17. Faixa não é alíquota de imposto e não muda o número de parcelas — ela decide só a fórmula que transforma salário em benefício.

Dentro dela ainda sobram R$ 222,17 de média até o limite de R$ 2.222,17, onde a faixa termina. Enquanto a média estiver nessa faixa, cada R$ 100,00 a mais no salário rendem R$ 80,00 a mais na parcela.

Só que, nesta média, nem esse ganho por faixa aparece: enquanto a fórmula devolver menos que o salário mínimo, quem manda no valor é o piso. A fórmula só supera o piso a partir de uma média de R$ 2.026,25 — faltam R$ 26,25 de média para isso. Na prática, quem tinha R$ 2.000,00 e quem tinha R$ 2.026,25 recebem rigorosamente a mesma parcela.

Para a parcela chegar ao teto de R$ 2.518,65, a média precisaria alcançar R$ 3.703,98 — R$ 1.703,98 acima da média desta página. Acima desse ponto o valor congela, e todo salário adicional deixa de repercutir no benefício.

R$ 2.000 diante do piso e do teto do benefício

Com média de R$ 2.000,00 a parcela bate no piso: a fórmula daria R$ 1.600,00 e o pagamento sobe para o salário mínimo, R$ 1.621,00.

Toda parcela do seguro-desemprego em 2026 vive entre dois números: o piso de R$ 1.621,00, que é o salário mínimo, e o teto de R$ 2.518,65. A parcela desta média está exatamente sobre o piso, a R$ 897,65 do teto — é o degrau mais baixo que o benefício pode ter em 2026.

Esta é uma das médias em que o piso decide sozinho o resultado. A fórmula devolveu R$ 1.600,00 e o pagamento sai por R$ 1.621,00 — R$ 21,00 a mais por parcela, ou R$ 105,00 ao longo das 5 parcelas, só por causa da regra do mínimo.

O erro que aparece em calculadora publicada por aí é simplesmente parar na fórmula: quem esquece o piso paga R$ 1.600,00 e some com R$ 21,00 por parcela, R$ 105,00 ao longo das 5. Repare que aqui a inversão clássica — elevar a média ao mínimo antes de multiplicar — nem seria acionada, porque a média de R$ 2.000,00 já está acima do salário mínimo. O que salva o valor é o piso aplicado no fim.

Piso e teto não dependem do tempo de casa, do número de dependentes nem da idade: são os mesmos R$ 1.621,00 e R$ 2.518,65 para qualquer trabalhador formal em 2026, e sobem junto com o salário mínimo e com o INPC no reajuste do ano seguinte. O que muda de pessoa para pessoa é só onde a média cai entre os dois — a de R$ 2.000,00 desta página rende R$ 1.621,00, 81,05% do próprio salário.

O total com 3, 4 e 5 parcelas de R$ 1.621,00

Com parcela de R$ 1.621,00, o benefício total é R$ 4.863,00 em 3 parcelas, R$ 6.484,00 em 4 e R$ 8.105,00 em 5.

O valor da parcela não muda com a quantidade: são duas contas separadas, e a média salarial não interfere em uma nem o tempo de casa na outra. Para a média de R$ 2.000,00, cada parcela vale R$ 1.621,00 em qualquer cenário, e o que muda é só quantas vezes ela é paga.

Cinco parcelas — R$ 8.105,00 no total — exigem 24 meses ou mais de trabalho na janela de 36 meses anteriores à dispensa. É o cenário de quem tinha pelo menos dois anos de carteira assinada na mesma empresa, e é o teto de duração do benefício: mais tempo de casa não gera uma sexta parcela.

Quatro parcelas — R$ 6.484,00 — cobrem quem trabalhou de 12 a 23 meses. É também o piso da primeira solicitação: quem pede o seguro pela primeira vez precisa de 12 meses trabalhados e, ao cumprir essa carência, já entra direto com 4 parcelas.

Três parcelas — R$ 4.863,00 — não existem na primeira solicitação. Elas aparecem a partir da segunda, quando a carência cai: 9 meses trabalhados na 2ª solicitação dão 3 parcelas. É a pegadinha da tabela do art. 4º, e a razão de esta calculadora perguntar quantas vezes você já pediu o benefício.

Uma leitura útil para planejar o orçamento: as 5 parcelas somam R$ 8.105,00, o equivalente a 4,1 meses da média de R$ 2.000,00. É esse o fôlego real que o benefício compra para quem ganhava esse salário — e ele encolhe conforme a renda sobe, porque o teto não acompanha.

Total do seguro-desemprego com 3, 4 e 5 parcelas para média de R$ 2.000
ParcelasQuando aconteceValor de cada umaTotal do benefício
3 parcelas9 meses trabalhados na 2ª solicitaçãoR$ 1.621,00R$ 4.863,00
4 parcelas12 meses trabalhados na 1ª solicitaçãoR$ 1.621,00R$ 6.484,00
5 parcelas24 meses trabalhados na 1ª solicitaçãoR$ 1.621,00R$ 8.105,00
Número de parcelas: art. 4º, § 2º da Lei nº 7.998/1990, na redação da Lei nº 13.134/2015. O valor de cada parcela é o mesmo nos três cenários.
Total do benefício para média de R$ 2.000, por número de parcelas
Total do benefício para média de R$ 2.000, por número de parcelasComparação do valor total do seguro-desemprego de quem tinha média de R$ 2.000,00: cada parcela vale R$ 1.621,00 e o total cresce só com a quantidade de parcelas a que a pessoa tem direito.R$ 4,9 mil3 parcelasR$ 6,5 mil4 parcelasR$ 8,1 mil5 parcelas
  • Total do benefício
Ver os dados em tabela
Total do benefício para média de R$ 2.000, por número de parcelas — valores por cenário
CenárioTotal do benefício
3 parcelasR$ 4.863,00
4 parcelasR$ 6.484,00
5 parcelasR$ 8.105,00

R$ 2.000 comparada com as médias vizinhas

Entre a média de R$ 1.621 (R$ 1.621,00 por parcela) e a de R$ 2.500 (R$ 1.916,66), a média de R$ 2.000 rende R$ 1.621,00.

Comparada com a média de R$ 1.621, esta aqui é R$ 379,00 maior por mês e não rende um centavo a mais de benefício: as duas recebem R$ 1.621,00 por parcela e R$ 8.105,00 no total. Toda a diferença de salário se perde na travessia para o seguro-desemprego.

Subindo um degrau, a média de R$ 2.500 é R$ 500,00 maior e leva a parcela para R$ 1.916,66 — R$ 295,66 a mais, ou R$ 9.583,30 no total das cinco.

A comparação lado a lado importa por um motivo prático: a média que vale é a dos três últimos salários, não o salário de hoje. Quem teve aumento, comissão alta ou horas extras nos três meses antes da dispensa pode estar num degrau acima do que imagina — e quem teve afastamento ou mês incompleto, num degrau abaixo. Para a média de R$ 2.000,00 desta página, o resultado conferido é R$ 1.621,00 por parcela; qualquer valor diferente disso significa que a média usada pelo Ministério do Trabalho não foi R$ 2.000,00.

Parcela e total do seguro-desemprego nas médias vizinhas a R$ 2.000
Média dos três últimos saláriosValor da parcelaTotal em 5 parcelas
Média de R$ 1.621R$ 1.621,00R$ 8.105,00
Média de R$ 2.000 (esta página)R$ 1.621,00R$ 8.105,00
Média de R$ 2.500R$ 1.916,66R$ 9.583,30
Todas as linhas usam o mesmo cenário: 24 meses trabalhados, primeira solicitação, dispensa sem justa causa.

R$ 2.000 diante do mínimo, do INSS e do Imposto de Renda

A média de R$ 2.000,00 vale 1,23 salários mínimos, e o benefício repõe 87,89% do líquido de R$ 1.844,31 que caía na conta.

Uma média de R$ 2.000,00 equivale a 1,23 salários mínimos de 2026, e a parcela de R$ 1.621,00 equivale a 1. O benefício repõe 81,05% do salário bruto que essa pessoa recebia.

Sobre o teto do INSS: a média está R$ 6.475,55 abaixo do teto do salário de contribuição de 2026, que é R$ 8.475,55. Ou seja, na ativa a contribuição incidia sobre o salário inteiro — o que interessa aqui porque muita gente confunde o teto do INSS com o teto do seguro-desemprego, que é bem menor: R$ 2.518,65.

Sobre o Imposto de Renda: com R$ 2.000,00 por mês essa pessoa estava dentro da isenção de R$ 5.000,00 criada pela Lei 15.270/2025 e não pagava IRRF na ativa. O benefício também não é tributado, então a comparação entre um e outro é direta, sem imposto no meio do caminho.

A comparação que de fato importa é com o líquido, não com o bruto: quem ganhava R$ 2.000,00 via cair R$ 1.844,31 na conta depois de INSS e Imposto de Renda. Diante desse valor, a parcela de R$ 1.621,00 repõe 87,89% da renda que a pessoa efetivamente tinha.

A diferença de R$ 223,31 por mês é o buraco que o orçamento precisa absorver a partir da primeira parcela. Somada às 5 parcelas, é uma perda de R$ 1.116,55 em relação a continuar empregado no mesmo período.

Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 2.000
Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 2.000Comparação mensal para quem tinha média de R$ 2.000,00: o salário bruto, o líquido que caía na conta depois de INSS e Imposto de Renda, e a parcela do seguro-desemprego de R$ 1.621,00, que é paga sem descontos.R$ 2 milMédia brutaR$ 1,8 milLíquido na ativaR$ 1,6 milParcela do seguro
  • Por mês
Ver os dados em tabela
Quanto o seguro-desemprego repõe de uma média de R$ 2.000 — valores por cenário
Referência mensalPor mês
Média brutaR$ 2.000,00
Líquido na ativaR$ 1.844,31
Parcela do seguroR$ 1.621,00

O que muda para quem tem dependentes

Nada muda no benefício: a parcela de R$ 1.621,00 é a mesma com ou sem dependentes. Nesta faixa de renda nem o líquido do salário muda, porque o Imposto de Renda já era zero.

Não existe adicional por dependente no seguro-desemprego. Nem o valor da parcela nem a quantidade de parcelas mudam por causa de filho, cônjuge ou qualquer outro dependente: com média de R$ 2.000,00, a parcela é R$ 1.621,00 para quem não tem nenhum dependente e exatamente a mesma para quem tem cinco. A lei que rege o benefício olha só para a média salarial e para o tempo trabalhado.

E, nesta faixa de renda, o dependente também não muda o outro lado da conta: quem ganhava R$ 2.000,00 recebia R$ 1.844,31 líquidos com ou sem dependentes. O motivo é que o Imposto de Renda desse salário já é zero — o desconto simplificado e o limite de isenção da Lei 15.270/2025 resolvem antes, e a dedução por dependente não tem imposto de onde ser abatida.

Vale dizer com todas as letras porque é uma dúvida frequente de quem acabou de ser demitido com família para sustentar: informar dependentes no requerimento do seguro-desemprego não aumenta o valor. O que existe para a família são outros programas, com regras próprias, e nenhum deles entra nesta conta.

O mesmo raciocínio vale para tempo de casa acima de 24 meses, idade, número de filhos e cargo: nada disso entra na fórmula. A única variável que altera o valor da parcela é a média dos três últimos salários — no caso desta página, R$ 2.000,00, que rende R$ 1.621,00 —, e é exatamente por isso que esta família de páginas é organizada por média salarial.

O cálculo de R$ 2.000 em cinco passos

A mesma sequência que a calculadora executa, escrita para você conferir à mão com o seu termo de rescisão na frente.

  1. Some os três salários de R$ 2.000,00 e divida por três. A base é a média dos três últimos salários anteriores à dispensa: (R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00 + R$ 2.000,00) ÷ 3 = R$ 2.000,00. Entra o valor bruto, antes de INSS e de Imposto de Renda.
  2. Localize R$ 2.000,00 na tabela de 2026. A média de R$ 2.000,00 cai na faixa 1 — média salarial até R$ 2.222,17, cuja fórmula é média × 0,8.
  3. Aplique a fórmula da faixa. Com os números desta página: R$ 2.000,00 × 0,8 = R$ 1.600,00.
  4. Compare com o piso de R$ 1.621,00 e o teto de R$ 2.518,65. O resultado ficou abaixo do salário mínimo, então o piso prevalece e a parcela sobe para R$ 1.621,00 — R$ 21,00 a mais que a fórmula.
  5. Multiplique pelo número de parcelas a que você tem direito. Com 24 meses trabalhados na 1ª solicitação, são 5 parcelas de R$ 1.621,00, totalizando R$ 8.105,00.

Perguntas frequentes sobre o seguro-desemprego de quem ganhava R$ 2.000

As dúvidas específicas desta faixa de salário, respondidas com os valores calculados nesta página.

Quem ganha R$ 2.000 recebe quanto de seguro-desemprego em 2026?
R$ 1.621,00 por parcela. A média dos três últimos salários de R$ 2.000,00 cai na faixa 1 da tabela de 2026, e o cálculo é R$ 2.000,00 × 0,8 = R$ 1.600,00, valor que sobe para o piso de R$ 1.621,00 porque nenhuma parcela pode ficar abaixo do salário mínimo.
Qual é o total do seguro-desemprego para quem ganhava R$ 2.000?
Depende de quantas parcelas você tem direito, e o valor de cada uma não muda: R$ 4.863,00 em 3 parcelas, R$ 6.484,00 em 4 parcelas e R$ 8.105,00 em 5 parcelas. Cinco parcelas exigem 24 meses ou mais de trabalho na janela de 36 meses anteriores à dispensa.
Em que faixa da tabela cai uma média de R$ 2.000?
Na faixa 1: Faixa 1 — média salarial até R$ 2.222,17. A fórmula dessa faixa em 2026 é média × 0,8, e ainda sobram R$ 222,17 de média até o fim da faixa.
Quanto eu precisaria ganhar para receber mais que R$ 1.621,00?
A média teria que chegar a R$ 2.026,25 — R$ 26,25 a mais que a média desta página. Abaixo disso a fórmula devolve menos que o salário mínimo e o piso assume, então qualquer média entre R$ 1.621,00 e R$ 2.026,25 recebe a mesma parcela de R$ 1.621,00.
A parcela de R$ 1.621,00 tem desconto de INSS ou de Imposto de Renda?
Não. O seguro-desemprego é benefício pago pelo FAT, não é salário, e chega na conta pelo valor cheio. Os R$ 1.621,00 desta página já são líquidos — diferente do salário de R$ 2.000,00, que na ativa virava R$ 1.844,31 depois dos descontos.
O seguro-desemprego de quem ganhava R$ 2.000 é maior ou menor que o salário líquido?
Menor: a parcela de R$ 1.621,00 repõe 87,89% do líquido de R$ 1.844,31 que caía na conta — uma queda de R$ 223,31 por mês no orçamento.
Ter dependentes aumenta o valor da parcela?
Não. O seguro-desemprego não tem adicional por dependente: com média de R$ 2.000,00 a parcela é R$ 1.621,00 em qualquer caso. Nesta faixa de renda o dependente também não altera o líquido do salário, porque o IRRF já era zero.
Trabalhei 9 meses ganhando R$ 2.000. Recebo o benefício?
Depende de ser ou não a primeira vez. Na primeira solicitação a carência é de 12 meses trabalhados, então 9 meses não bastam. A partir da 2ª solicitação a carência cai, e 9 meses trabalhados na 2ª solicitação dão 3 parcelas de R$ 1.621,00, ou R$ 4.863,00 no total.
Qual é a diferença para quem ganhava R$ 1.621?
Nenhuma, no benefício: as duas médias recebem R$ 1.621,00 por parcela, apesar da diferença de R$ 379,00 no salário mensal. É o efeito do piso da tabela.
Onde essa conta de R$ 2.000 pode dar errado no meu caso?
Nos três lugares de sempre: se os três últimos salários não foram iguais, a média muda e o valor da parcela junto; se a dispensa foi por pedido de demissão, justa causa ou acordo do art. 484-A, não há direito nenhum; e se os meses trabalhados não estiverem concentrados na janela exigida pela sua solicitação, o pedido é indeferido mesmo com a média certa. Use a calculadora acima com os seus três salários reais.

Seguro-desemprego para outras médias salariais

Cada média tem a sua própria página, com a faixa, a fórmula e o total das parcelas daquele valor. A seguro-desemprego completa fica na página principal.