Pular para o conteúdo
Calculadora do Bem

Calculadora de Porcentagem

Para saber quanto é uma porcentagem de um valor, multiplique o valor pelo percentual e divida por 100: 15% de R$ 200,00 são R$ 30,00. Cuidado com a volta: depois de cair 50%, só uma alta de 100% devolve o valor original, e dois descontos de 10% somam 19%, não 20%.

Porcentagem não depende de tabela oficial: a conta é a mesma em qualquer ano. Última revisão do conteúdo desta página: .

Calcule a porcentagem

Escolha o que você quer descobrir, digite os números e o resultado aparece na hora, com a conta aberta. São cinco modos numa calculadora só: porcentagem de um valor, quantos por cento um valor é de outro, aumento, desconto e variação entre dois valores.

ResultadoR$ 30,00
Percentual15%SobreR$ 200,00

O resultado muda na hora e o endereço da página guarda o que você digitou. Use vírgula para decimais: 12,5.

Exemplo: 15% de 200.

Só muda a forma de mostrar o resultado. A conta é a mesma.

A conta, passo a passo

  1. 15% de R$ 200,00 = R$ 200,00 × 15 ÷ 100
  2. = R$ 30,00

Como calcular porcentagem: as cinco contas

Toda conta de porcentagem é uma multiplicação ou uma divisão por 100. 15% de R$ 200,00 são R$ 30,00; o que muda de um modo para o outro é qual número vai em cima e qual vai embaixo.

"Por cento" significa "a cada cem". Dizer que 60% das questões foram acertadas é dizer que, a cada cem questões, 60 foram acertadas — mesmo que a prova tivesse 45 questões. Toda a calculadora deriva dessa ideia, e os cinco modos abaixo são as cinco perguntas que ela responde.

  1. Quanto é X% de um valor. Multiplique o valor pelo percentual e divida por 100. 15% de R$ 200,00 é R$ 200,00 × 15 ÷ 100 = R$ 30,00. "Por cento" quer dizer literalmente "a cada cem": é só isso que a divisão por 100 faz.
  2. Quantos % um valor representa de outro. Divida a parte pelo todo e multiplique por 100. Quem acertou 27 de 45 questões acertou 27 ÷ 45 × 100 = 60%. O todo vai sempre embaixo — com os dois trocados de lugar, a conta responde outra pergunta.
  3. Aplicar um aumento. Calcule o acréscimo e some ao original, ou multiplique direto pelo fator. Um salário de R$ 2.500,00 com reajuste de 6% ganha R$ 150,00 e vai para R$ 2.650,00; o atalho é R$ 2.500,00 × 1,06.
  4. Aplicar um desconto. Calcule o desconto e subtraia do original, ou multiplique pelo fator que sobra. Um preço de R$ 2.399,00 com 12% de desconto perde R$ 287,88 e sai por R$ 2.111,12; o atalho é R$ 2.399,00 × 0,88.
  5. Medir a variação entre dois valores. Subtraia o inicial do final, divida pelo INICIAL e multiplique por 100. Uma conta que foi de R$ 180,00 para R$ 207,00 subiu R$ 27,00, e R$ 27,00 ÷ R$ 180,00 × 100 = 15%. Dividir pelo valor final daria outro número, e errado.

Quanto é X% de um valor

É o modo mais simples: o percentual vira um número dividido por 100 e multiplica o valor. A conta do caso que já aparece na calculadora é esta:

15% de R$ 200,00 = R$ 200,00 × 15 ÷ 100 = R$ 30,00

Serve para gorjeta, comissão, parcela de entrada, imposto destacado na nota e qualquer outra fatia de um total. Abrir a calculadora neste modo.

Quantos por cento um valor é de outro

Aqui a pergunta se inverte: você tem as duas quantidades e quer o percentual. A parte vai em cima, o total embaixo, e o resultado multiplicado por 100 é a porcentagem. Com a prova de 45 questões:

27 ÷ 45 × 100 = 60%

É o modo de quem confere nota, participação de uma despesa no orçamento ou quanto da meta já foi batido. Abrir a calculadora neste modo.

Valor com aumento

O aumento é a porcentagem do valor somada a ele mesmo. Na prática, o jeito mais rápido é multiplicar pelo fator: um reajuste de 6% multiplica o valor por 1,06. Com o salário do exemplo:

Acréscimo: R$ 2.500,00 × 6 ÷ 100 = R$ 150,00 Valor final: R$ 2.500,00 + R$ 150,00 = R$ 2.650,00 Atalho: R$ 2.500,00 × 1,06

A calculadora também mostra o outro lado: para voltar de R$ 2.650,00 a R$ 2.500,00, a queda necessária é de 5,66%, e não de 6%. Abrir a calculadora neste modo.

Valor com desconto

O desconto é o espelho do aumento: a porcentagem sai do valor, e o fator é o que sobra. Um desconto de 12% deixa 0,88 do preço. Com o preço do exemplo:

Desconto: R$ 2.399,00 × 12 ÷ 100 = R$ 287,88 Valor final: R$ 2.399,00 − R$ 287,88 = R$ 2.111,12 Atalho: R$ 2.399,00 × 0,88

Quem procura "calculadora de desconto" está aqui: é o mesmo cálculo, num modo desta página, e não uma página separada. Abrir a calculadora no modo desconto.

Variação entre dois valores

A variação responde "de quanto foi o aumento" ou "de quanto foi a queda". A diferença é dividida pelo valor de partida, e trocar a base muda o resultado:

Diferença: R$ 207,00 − R$ 180,00 = R$ 27,00 Variação: R$ 27,00 ÷ R$ 180,00 × 100 = +15%

Dividir a mesma diferença pelo valor final responderia a outra pergunta: quanto a conta teria de cair para voltar ao que era, que é 13,04%. Abrir a calculadora neste modo.

Tabela de porcentagens mais usadas

Não existe tabela oficial de porcentagem: ela é definição matemática, e não norma que mude por ano. As tabelas abaixo são geradas pelo motor desta página e servem de cola para as contas mais comuns — 15% de R$ 200,00, por exemplo, são R$ 30,00.

Quanto é cada porcentagem de três valores de referência, e o fator de aumento e de desconto correspondente
PercentualDe R$ 100,00De R$ 250,00De R$ 1.000,00Fator de aumentoFator de desconto
1%R$ 1,00R$ 2,50R$ 10,001,010,99
5%R$ 5,00R$ 12,50R$ 50,001,050,95
10%R$ 10,00R$ 25,00R$ 100,001,10,9
12,5%R$ 12,50R$ 31,25R$ 125,001,1250,875
15%R$ 15,00R$ 37,50R$ 150,001,150,85
20%R$ 20,00R$ 50,00R$ 200,001,20,8
25%R$ 25,00R$ 62,50R$ 250,001,250,75
30%R$ 30,00R$ 75,00R$ 300,001,30,7
50%R$ 50,00R$ 125,00R$ 500,001,50,5
75%R$ 75,00R$ 187,50R$ 750,001,750,25
Para aplicar um aumento, multiplique pelo fator de aumento; para um desconto, pelo fator de desconto. Cada célula é calculada pelo mesmo motor da calculadora.

Quanto é preciso subir para recuperar uma queda

A segunda tabela mostra, para cada queda, a alta necessária para voltar ao valor original — e o que acontece com quem sobe só o mesmo percentual que caiu. Depois de uma queda de 50%, subir 50% deixa você 25% abaixo do ponto de partida.

Alta necessária para desfazer cada queda, e o resultado de subir o mesmo percentual
QuedaAlta que desfazSe subir o mesmo %
10%11,11%-1%
20%25%-4%
25%33,33%-6,25%
30%42,86%-9%
40%66,67%-16%
50%100%-25%
60%150%-36%
75%300%-56,25%
90%900%-81%
A alta que desfaz uma queda é a queda dividida pelo que sobrou. Percentuais arredondados a duas casas.

Exemplos práticos com números reais

Um reajuste de 6% sobre R$ 2.500,00 dá R$ 2.650,00; um desconto de 12% no Pix sobre R$ 2.399,00 dá R$ 2.111,12; uma conta que foi de R$ 180,00 para R$ 207,00 subiu 15%.

O reajuste do salário

Um salário de R$ 2.500,00 com reajuste de 6% ganha R$ 150,00 e passa a R$ 2.650,00. Repare no atalho: multiplicar por 1,06 dá o mesmo número em uma conta só, e é o jeito de não esquecer de somar o acréscimo ao valor. O reajuste é bruto; quanto dele chega ao bolso depende dos descontos da folha, que a calculadora de salário líquido faz.

O desconto no Pix

Uma loja anuncia 12% de desconto no Pix para um produto de R$ 2.399,00. O desconto em reais é R$ 287,88, e o preço final, R$ 2.111,12. Olhando ao contrário: quem compara com o parcelado está pagando 13,64% a mais por não usar o Pix, e não 12% — porque a comparação parte do preço menor.

A conta de luz que subiu

A conta foi de R$ 180,00 para R$ 207,00. A diferença é R$ 27,00, e a variação é essa diferença sobre o valor antigo: 15%. Se no mês seguinte ela voltar a R$ 180,00, a queda terá sido de 13,04% — um número menor, porque parte de uma base maior. As duas manchetes, "subiu 15%" e "caiu 13,04%", descrevem o mesmo vaivém.

A nota da prova

Quem acertou 27 de 45 questões acertou 60%. Aqui o resultado não é dinheiro, e por isso a calculadora tem a opção "Outro número", que tira o símbolo da moeda da resposta.

Cair 50% e subir 50% não volta ao começo

R$ 100,00 que caem 50% viram R$ 50,00; subindo 50% a partir daí, chegam a R$ 75,00. Para recuperar a queda inteira seria preciso subir 100%.

A intuição diz que uma queda e uma alta do mesmo tamanho se anulam. Não se anulam, porque cada percentual é calculado sobre uma base diferente: a queda incide sobre o valor cheio, e a alta, sobre o valor já reduzido. O mesmo 50% vale R$ 50,00 na ida e R$ 25,00 na volta. O saldo das duas operações é uma variação de -25% sobre o valor inicial.

Isso aparece em todo lugar onde um número sobe e desce: preço de ação, faturamento de um mês fraco seguido de um mês bom, promoção que "devolve" o preço depois. Quem perdeu metade do que tinha precisa dobrar o que sobrou — uma alta de 100% — só para empatar.

O que sobra de R$ 100,00 depois de cair e subir o mesmo percentual
O que sobra de R$ 100,00 depois de cair e subir o mesmo percentual3 cenários comparados em 2 séries. Queda de 20%: Depois da queda, R$ 80,00; Depois de subir o mesmo percentual, R$ 96,00. Queda de 50%: Depois da queda, R$ 50,00; Depois de subir o mesmo percentual, R$ 75,00. Queda de 75%: Depois da queda, R$ 25,00; Depois de subir o mesmo percentual, R$ 43,75.Queda de 20%Queda de 50%Queda de 75%
  • Depois da queda
  • Depois de subir o mesmo percentual
Ver os dados em tabela
O que sobra de R$ 100,00 depois de cair e subir o mesmo percentual — valores por cenário
QuedaDepois da quedaDepois de subir o mesmo percentual
Queda de 20%R$ 80,00R$ 96,00
Queda de 50%R$ 50,00R$ 75,00
Queda de 75%R$ 25,00R$ 43,75

Quanto maior a queda, maior o buraco: a tabela de recuperação acima mostra a alta necessária para cada caso. O modo desconto da calculadora mostra esse número sempre, logo abaixo do resultado, e o modo aumento mostra a queda que desfaz o aumento.

Descontos e aumentos sucessivos: multiplique, não some

Dois descontos de 10% equivalem a um desconto de 19%, não de 20%: o segundo incide sobre o preço que o primeiro já reduziu. Percentuais em sequência se multiplicam.

Um produto de R$ 100,00 com 10% de desconto vai para R$ 90,00. Um segundo desconto de 10%, "cumulativo", incide sobre esse novo preço e leva a R$ 81,00. O desconto total foi de 19%. A soma simples, 20%, só valeria se os dois incidissem sobre o preço cheio — e aí não seriam sucessivos.

Com percentuais diferentes vale a mesma regra: 30% seguido de 20% deixa 70% e depois 80% do que restou, o que dá um desconto total de 44%, e não 50%. A ordem não importa: multiplicação é comutativa.

Nos aumentos o efeito vai para o outro lado. Duas altas de 10% somam 21%, porque a segunda incide sobre um valor já aumentado. É o mesmo mecanismo dos juros compostos e da inflação acumulada: a inflação de doze meses não é a soma das doze taxas mensais, é o produto dos fatores menos um.

Casos de borda: o que a calculadora aceita e o que recusa

São nove situações em que a conta de porcentagem engana ou não tem resposta. Em nenhuma delas a calculadora mostra um número inventado: ou calcula com a regra declarada abaixo, ou recusa com mensagem.

Porcentagem sobre um total zero e variação a partir de zero

Não têm resposta, e a calculadora recusa com mensagem em vez de mostrar um número inventado. "Quantos por cento um número é de zero" pede uma divisão por zero; "quanto subiu de zero para um valor qualquer" também, porque a variação é sempre medida sobre o valor de partida. Já a porcentagem de zero tem resposta: qualquer porcentagem de zero é zero. E cair de qualquer valor até zero é permitido: é uma queda total, e a calculadora avisa que dali não há percentual de alta que traga o valor de volta.

Parte maior que o todo passa de 100%

Não é erro. Se a meta era vender 200 unidades e você vendeu 300, você atingiu 150% da meta. Passar do todo só é impossível quando a parte está, por definição, contida nele — acertar mais questões do que a prova tinha, por exemplo. A calculadora aceita percentuais até 1.000% em aumentos e na conta de "X% de um valor".

Desconto acima de 100% é recusado

Um desconto de 100% já zera o preço; qualquer coisa acima disso daria preço negativo, o que não descreve compra nenhuma. Aumento, ao contrário, pode passar do todo: dobrar um valor é aumentá-lo em 100%. O teto de 1.000% nos aumentos é só uma barreira contra erro de digitação.

O meio centavo arredonda para cima

O resultado em dinheiro tem duas casas decimais, e o meio centavo sobe. 15% de R$ 0,10 dá exatamente um centavo e meio, que a calculadora mostra como R$ 0,02. No modo desconto, arredonda-se o desconto e o preço final é o original menos ele — R$ 0,08 no mesmo exemplo —, para que desconto e preço final sempre somem exatamente o valor original. Arredondar os dois de forma independente pode deixar um centavo sobrando.

Número digitado com mais de duas casas decimais

É recusado, não arredondado, tanto no percentual quanto no valor. Trocar um número de três casas pelo vizinho de duas, sem avisar, mudaria a pergunta que você fez. Os percentuais que a calculadora devolve saem arredondados a duas casas, pela mesma regra do meio para cima; por isso um terço aparece como 33,33% e dois terços como 66,67%.

Variação tão pequena que arredonda para zero

Ir de R$ 1.000.000,00 para R$ 1.000.000,01 é uma alta real, mas de menos de um centésimo de ponto percentual: o número exibido sai 0%. A calculadora não chama isso de "estável" — o sentido da variação é decidido pela diferença entre os valores, que é exata, e não pelo percentual arredondado.

Pontos percentuais não são porcentagem

Quando uma taxa vai de 10% para 12%, ela subiu 2 pontos percentuais, mas a variação dela foi de 20%. As duas frases estão certas e dizem coisas diferentes. Para comparar juros, inflação ou alíquota, use o modo de variação com as duas taxas e leia o resultado como variação relativa.

Valores negativos ficam de fora

A calculadora aceita zero e valores positivos. Variação sobre base negativa — um saldo que passa de um prejuízo para outro — não tem convenção única: dividir pelo valor com sinal inverte o sentido da resposta, e dividir pelo valor absoluto é escolha de quem analisa. Em vez de escolher por você e esconder a escolha, a página não calcula esse caso.

Vírgula, ponto e o separador de milhar

Digite como no Brasil: "12,5" é doze e meio, e "1.234,56" é mil duzentos e trinta e quatro com cinquenta e seis. Sem vírgula, o ponto é lido como separador decimal, que é o formato do endereço da página — por isso "2.5" também é dois e meio. Quem digita "1.500" querendo dizer mil e quinhentos deve escrever "1500" ou "1.500,00".

Perguntas frequentes sobre porcentagem

São 20 dúvidas, das contas básicas às armadilhas de desconto e variação. As respostas abaixo são as mesmas declaradas no schema desta página.

Como calcular porcentagem de um valor?
Multiplique o valor pelo percentual e divida por 100. 15% de R$ 200,00 é R$ 200,00 × 15 ÷ 100 = R$ 30,00. Na calculadora acima, escolha o modo "Quanto é X% de um valor" e digite os dois números.
Como saber quantos por cento um número é de outro?
Divida a parte pelo total e multiplique por 100. 27 acertos em 45 questões são 60% da prova. O total é sempre o denominador; invertido, a conta responde outra pergunta.
Como calcular o valor com desconto?
Multiplique o preço pelo que sobra depois do desconto. Com 12% de desconto sobram 0,88 do preço: R$ 2.399,00 × 0,88 = R$ 2.111,12. O desconto em reais é a diferença, R$ 287,88.
Como calcular um aumento em porcentagem?
Multiplique o valor por 1 mais o percentual em decimal. Um reajuste de 6% sobre R$ 2.500,00 é R$ 2.500,00 × 1,06 = R$ 2.650,00, ou seja, R$ 150,00 a mais.
Como calcular de quanto foi o aumento em porcentagem?
Subtraia o valor antigo do novo, divida pelo antigo e multiplique por 100. De R$ 180,00 para R$ 207,00 a diferença é R$ 27,00, e R$ 27,00 ÷ R$ 180,00 × 100 = 15%.
Se um valor cai 50% e depois sobe 50%, ele volta ao que era?
Não. R$ 100,00 caem para R$ 50,00 e, subindo 50% sobre R$ 50,00, chegam a R$ 75,00. Para voltar a R$ 100,00 seria preciso subir 100%, porque a alta é calculada sobre uma base menor.
Dois descontos de 10% dão 20% de desconto?
Não, dão 19%. O segundo desconto incide sobre o preço já descontado: R$ 100,00 viram R$ 90,00 e depois R$ 81,00. A soma simples (20%) só vale quando os dois descontos incidem sobre o preço cheio.
Como somar dois descontos diferentes, como 30% e 20%?
Multiplique o que sobra de cada um: sobram 70% e depois 80% do que restou, e o desconto total é 44%, não 50%. A ordem dos descontos não muda o resultado.
Quanto preciso subir para recuperar uma queda?
A alta necessária é a queda dividida pelo que sobrou. Depois de cair 50%, é preciso subir 100%; depois de um desconto de 12%, subir 13,64%. A tabela desta página mostra a alta necessária para as quedas mais comuns.
Qual a diferença entre ponto percentual e porcentagem?
Ponto percentual é a diferença simples entre duas taxas; porcentagem é a variação relativa. Uma taxa que vai de 10% para 12% sobe 2 pontos percentuais, o que é uma alta de 20% da própria taxa.
Como calcular porcentagem de cabeça?
Parta de 10%, que é mover a vírgula uma casa para a esquerda, e de 1%, que é mover duas. Sobre R$ 250,00: 10% são R$ 25,00, 1% é R$ 2,50, 5% (a metade de 10%) são R$ 12,50 e 15% (a soma dos dois) são R$ 37,50.
Posso usar a calculadora com números que não são dinheiro?
Pode. No último passo do formulário, troque "Dinheiro (R$)" por "Outro número" e o resultado sai sem o símbolo da moeda — serve para notas, quilos, pessoas ou votos. A conta é a mesma, com duas casas decimais.
A calculadora aceita vírgula?
Aceita. "12,5" é doze e meio e "1.234,56" é lido com ponto de milhar e vírgula decimal. Sem vírgula, o ponto vira separador decimal: para mil e quinhentos, digite "1500" ou "1.500,00".
Como a calculadora arredonda?
Valores em duas casas decimais e percentuais em duas casas, sempre com o meio para cima. 15% de R$ 0,10 é um centavo e meio, e aparece como R$ 0,02. No desconto, o preço final é o original menos o desconto arredondado, para os dois sempre fecharem com o original.
Por que o percentual de volta é diferente do de ida?
Porque cada percentual é calculado sobre uma base diferente. Um aumento de 6% sobre R$ 2.500,00 é desfeito por uma queda de 5,66% sobre R$ 2.650,00: a base maior faz o mesmo valor em reais valer um percentual menor.
Um desconto de 100% existe?
Existe e zera o preço. Acima de 100% a calculadora recusa, porque o resultado seria preço negativo. E de um valor zerado não há aumento percentual que traga o valor de volta, já que qualquer porcentagem de zero é zero.
Qual é a multa máxima por atraso numa prestação?
Nas compras a crédito cobertas pelo Código de Defesa do Consumidor, 2% do valor da prestação (art. 52, § 1º). Numa parcela de R$ 350,00, isso é no máximo R$ 7,00. Juros de mora são cobrados à parte e não entram nessa conta.
Por que a variação usa o valor inicial, e não o final?
Porque a pergunta é "quanto mudou em relação ao que era". Dividir pelo valor final responde outra pergunta — quanto o final teria de cair para voltar. De R$ 180,00 para R$ 207,00 a alta é de 15%; de R$ 207,00 de volta para R$ 180,00, a queda é de 13,04%, e não de 15%.
Aumentar 100% e dar 50% de desconto volta ao preço original?
Volta, e é por isso que a prática engana: dobrar o preço e anunciar "metade do preço" devolve exatamente o valor de partida, uma variação total de 0%. A regra geral é a mesma da página inteira: multiplique o que cada percentual deixa, nunca some os percentuais.
Minhas informações são enviadas para algum lugar?
Não. O cálculo roda no seu navegador, sem cadastro e sem envio para servidor. O endereço da página guarda os números digitados, e é isso que permite mandar o link com o resultado para outra pessoa.

Calculadoras relacionadas

A porcentagem é uma regra de três com 100 numa das pontas, e ela reaparece em contas com regra própria por cima: juros que incidem sobre juros e reajuste salarial pago com atraso. Estas três calculadoras fazem essas contas, cada uma com página própria.